Um caminho de meditação interna e despertar espiritual.
Quase toda tradição ensina a lutar contra alguma coisa dentro de si. Contra a raiva, contra o medo, contra o desejo. Vence-se a batalha por um tempo, e depois ela recomeça, porque aquilo que foi expulso não foi embora: apenas ficou esperando.
O dragão é a sua própria força. Matá-lo seria matar parte de você.
Domar é outra coisa. Exige conhecer o animal, entender do que ele se alimenta, saber a hora em que ele desperta. Exige presença, não violência. Quem doma não perde a força do dragão: ganha o comando dela.
É isso que o Tengui ensina. Não a se livrar do que arde por dentro, mas a conduzir esse fogo.
Antes de domar, é preciso ver. Perceber onde o corpo trava, quando a respiração encurta, o que faz o fogo subir. A observação vem antes de qualquer técnica.
A meditação não serve para esvaziar a mente, e sim para aprender a permanecer. Ficar diante do que incomoda sem fugir e sem atacar. É aqui que a maioria desiste, e é aqui que tudo começa.
Quando a presença se firma, a força deixa de arrastar e passa a servir. O que antes explodia vira direção. O dragão não some: caminha junto.
As aulas do Tengui estão sendo preparadas. Se quiser acompanhar desde o início, me escreva: respondo pessoalmente.
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